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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

OS 10 MANDAMENTOS DA MAQUIAGEM PARA TELEJORNALISMO

Aproveitei os dias desconectagda para passar a vista com mais atenção nas maquiagens de apresentadores e repórteres de várias emissoras. Programas locais, regionais e nacionais, na Globo, Band, SBT, Cultura e tantas outras. De posse do bloquinho que sempre me acompanha fui fazendo umas anotações e percebi que os problemas são parecidos e repetitivos.

Eles costumam ser mais graves nas emissoras pequenas, que têm menos dinheiro e investimento (tanto em profissionais de maquiagem quanto em formação dos jornalistas para isso), mas ninguém escapou da malha fina. Apareceu de tudo, de problemas grosseiros como não passar o pó no rosto antes da gravação (principalmente entre os homens) – resultando naquela cara de “fritador” de pastéis de feira em pleno meio-dia – até (acreditem) combinar a cor da sombra com a cor da roupa.

Pensando não só em criticar, mas também em contribuir, resolvi fazer uma espécie de 10 mandamentos da maquiagem para telejornalismo e listar os principais pecados que podem ser cometidos pelos jornalistas de televisão na hora de se aprontar para o serviço. Vamos a eles.

1° Amar o pó compacto acima de todos os outros itens de maquiagem
2° Não usar blush em vão
3° Guardar maquiagem com brilho para festas pessoais
4° Não exagerar
5° Não borrar
6° Não combinar a cor da sombra com a cor da roupa
7° Não cobiçar base e pó em tons diferentes do da sua pele
8° Não usar gloss ou batons em tons fortes
9° Combinar a maquiagem com o horário do telejornal
10° Não pecar contra o bom gosto e a discrição

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

MODA E POLÍTICA

Era 26 de setembro de 1960 e entrava no ar na TV norte-americana o primeiro debate televisivo entre John Kennedy e Richard Nixon, os então candidatos a presidência dos Estados Unidos. Até hoje esse episódio é considerado o mais famoso debate político televisivo de todos os tempos. E o que é que a moda tem a ver com isso? Simplesmente tudo!

Kennedy teve o cuidado de se informar e aprender sobre esse novo veículo de comunicação que era a televisão e também suas características (para tirar o melhor proveito, claro). Providenciou um belo terno escuro, gravata também escura, ajeitou o cabelo, aceitou ser maquiado, estava impecável. Se posicionou bem, teve boa postura tanto em pé quanto sentado, olhou para a câmera com simpatia, sorriu elegantemente.

Por sua vez, Nixon, fez a triste escolha por um terno mais claro e em tecido amarrotado, e que além disso tinha um caimento um tanto ruim. Para completar a impressão de desleixo, não aceitou ser maquiado, passando a sensação de sujeira com o brilho de sua pele na tela. Pra piorar ainda mais, o excesso de suor do candidato incomodou as pessoas. Como se não bastasse, o ar de cansaço e a postura um pouco curvada, somada à falta de de sorrisos deixou o candidato em condições menos vantajosas com relação a seu oponente.



A eleição foi em oito de novembro do mesmo ano. Para muitos, o debate foi crucial para a vitória de Kennedy. E qual a relação disso com o telejornalismo? Simples, muito simples. É uma fórmula muito parecida. Televisão + boa informação + bom figurino = credibilidade.